O Partido Socialismo e Liberdade –
PSOL, tem crescido de maneira
significativa a cada eleição. O seu crescimento se deve a necessidade da
esquerda se reinventar, retomar bandeiras que foram sucumbidas por outros
partidos, cuja ideologia, diziam ser de esquerda. O progresso tem sido
paulatino, haja vista que, na maioria das cidades brasileiras, nesta eleição, o
PSOL, mantendo-se distante de alianças com a Direita, conseguiu levar alguns
candidatos a prefeito para o segundo turno. Nesse sentido, o PSOL de Teixeira
de Freitas vem, publicamente, lançar seu apoio aos candidatos
Edmilson Rodrigues em Belém, Marcelo Freixo no Rio de Janeiro e Raul Marcelo em
Sorocaba! Vamos vencer o segundo turno e mudar estas cidades! É possível fazer
diferente.
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
terça-feira, 27 de setembro de 2016
NOTA DO PSOL - TEIXEIRA DE FREITAS SOBRE CANDIDATURAS
Tal decisão corrobora com a deliberação tirada em Convenção Municipal ocorrida no dia 05 de agosto na sede do partido, onde este, por ampla maioria, decidiu por NÃO PARTICIPAR DO PROCESSO ELEITORAL EM 2016. No entanto, um pequeno grupo de discordantes da decisão de maneira desonrosa organizou uma que chamam de "convenção paralela", na busca de validarem seus anseios individuais, à revelia da decisão partidária.
Portanto, pontuamos que as candidaturas de Tarcísio Gama à prefeito, Carlos Vigilante à vice-prefeito e demais ao cargo de vereador são IRREGULARES e não são reconhecidas pela direção local do PSOL, pois tiveram seu registro contestado e sua improcedência confirmada pelo Juiz Eleitoral da comarca de Teixeira de Freitas, o qual considerou a postura antiética, e pelo TRE-BA.
O PSOL entende que o momento eleitoral é de grande importância para disputa de mentes e corações, mas também tem a convicção de que esta disputa deve ser feita com responsabilidade, projeto e honestidade. A razão do PSOL está para além das eleições, uma vez que o partido tem-se engajado na luta feminista, LGBT, indigenista, ambientalista, movimentos culturais, sindicalistas e vem pensando um projeto político na contramão do atual modelo de desenvolvimento de nossa região, levado à cabo por empresas de celulose e demais setores do agronegócio.
O caso ainda segue em análise no Ministério Público - MP para apuração da possibilidade de CRIME ELEITORAL.O PSOL sempre denunciou e se posicionou contra golpes políticos, sejam eles qualquer ambiente, e não aceita e nem aceitará posturas desrespeitosas, fraudulentas e ilegítimas.
Aos que lamentam a não participação do PSOL neste pleito eleitoral fica o convite para que se aproximem do partido, na busca da construção de um projeto político íntegro, que respeite e priorize a classe trabalhadora, bem como as minorias em nossa sociedade.
Diretório Municipal do PSOL - Teixeira de Freitas
terça-feira, 2 de agosto de 2016
segunda-feira, 27 de junho de 2016
Núcleo de Base de Mulheres Feministas do PSOL - Tx.
O feminismo tem sido, nas ultimas décadas, um movimento internacional, mas possui em cada localidade características particulares, nacionais e regionais. Intenta no reconhecimento dessas particularidades contemplar a diversidade de mulheres existente em todo o mundo. Com esse entendimento, nós do PSOL concordamos que a organização partidária também precisa estar atenta às subjetividades dos/as indivíduos/as e sistematizá-las de modo a atender tais necessidades. Desta forma, no dia 28 de maio do corrente ano foi aprovada a Criação do Núcleo de Base de Mulheres Feministas do PSOL – Partido Socialismo e Liberdade, Diretório Municipal de Teixeira de Freitas – BA, em consonância com o Estatuto do partido, no que versa sobre os Núcleos de Base.
Nossos objetivos, dentre outros, é organizar a militância local para debater temas de atualidade política sob o viés Feminista, realizar cursos de formação e impulsionar as atividades a fim de promover o Feminismo e o Socialismo em Teixeira de Freitas e Região. Os Núcleos de Base do PSOL têm autonomia para debater e resolver sobre as questões de política e tática do/s seu/s local/ais de intervenção, procurando o mais amplo debate prévio e a maior unidade na ação, sempre nos marcos de não se contrapor ao programa, Estatuto e deliberações do Congresso e Convenção partidárias. (Estatuto do Partido)
É notável que, mesmo dentro da esquerda, ainda é necessário avançar muito no empoderamento das mulheres e no convencimento da centralidade da pauta feminista na luta de classes. Percebemos que a opressão capitalista sobre os indivíduos, raça, etnia e gênero, quando não invisíveis, são secundarizados em todos os lugares. Desse modo, tendo o machismo base material e devendo ser combatido cotidianamente, destacamos, portanto, dentre nossas prioridades, a de promover a formação política dos/as membros do Partido em caráter continuado de forma que seja construída, através de oficinas, seminários, debates, publicações e outros meios pertinentes.
Enfatizamos a necessidade de organizar as mulheres, formá-las no feminismo para dar respostas nos espaços públicos e privados, e a urgência de popularizar o Feminismo, envolvendo todas as mulheres e suas pautas. Acreditamos num Feminismo Socialista, Indígena, Negro e Popular, e lutaremos para que assim seja construído dentro e fora do partido.
A nossa luta é por igualdade econômica, política e social de todas as mulheres.
Por: Núcleo de Base de Mulheres Feministas do PSOL Tx.
Nossos objetivos, dentre outros, é organizar a militância local para debater temas de atualidade política sob o viés Feminista, realizar cursos de formação e impulsionar as atividades a fim de promover o Feminismo e o Socialismo em Teixeira de Freitas e Região. Os Núcleos de Base do PSOL têm autonomia para debater e resolver sobre as questões de política e tática do/s seu/s local/ais de intervenção, procurando o mais amplo debate prévio e a maior unidade na ação, sempre nos marcos de não se contrapor ao programa, Estatuto e deliberações do Congresso e Convenção partidárias. (Estatuto do Partido)
É notável que, mesmo dentro da esquerda, ainda é necessário avançar muito no empoderamento das mulheres e no convencimento da centralidade da pauta feminista na luta de classes. Percebemos que a opressão capitalista sobre os indivíduos, raça, etnia e gênero, quando não invisíveis, são secundarizados em todos os lugares. Desse modo, tendo o machismo base material e devendo ser combatido cotidianamente, destacamos, portanto, dentre nossas prioridades, a de promover a formação política dos/as membros do Partido em caráter continuado de forma que seja construída, através de oficinas, seminários, debates, publicações e outros meios pertinentes.
Enfatizamos a necessidade de organizar as mulheres, formá-las no feminismo para dar respostas nos espaços públicos e privados, e a urgência de popularizar o Feminismo, envolvendo todas as mulheres e suas pautas. Acreditamos num Feminismo Socialista, Indígena, Negro e Popular, e lutaremos para que assim seja construído dentro e fora do partido.
A nossa luta é por igualdade econômica, política e social de todas as mulheres.
Por: Núcleo de Base de Mulheres Feministas do PSOL Tx.
sexta-feira, 10 de junho de 2016
As lutas em Teixeira de Freitas: breve relato histórico-cronológico e o embrião do PSOL
Teixeira
de Freitas explodiu depois da inauguração da BR 101
no início dos anos 70. Antes, era apenas uma vila cercada pela Mata Atlântica
com poucos habitantes e era apelidada de ‘Mandiocal’... porque imensas
plantações de mandioca no seio da mata. De repente, no início dos anos 80 já
contava com mais de 50 mil habitantes.
No
1º período centenas de serrarias devastadoras implantadas no distrito trataram
de destruir, quase que totalmente, as matas do local e de toda a região do seu
entorno.
As
terras férteis e produtivas logo atraíram a atenção dos donos da indústria
alcooleira que pleiteavam introduzir o plantio de cana na região em grande
escala. Assim, um plantio experimental foi realizado.
No
rastro do interesse econômico mais espúrio e de elementos para garantir suas
práticas habituais, vieram também os pistoleiros. O distrito abrigou na época,
segundo as constatações, 6 dos 10 pistoleiros mais perigosos de todo o nordeste
do país.
E
veio também, em nome do ‘estado protetor’ – para assombro e inquietação do povo
trabalhador, entretanto – uma polícia violenta... um batalhão inteiro com
centenas de homens a posto, a serviço notório dos interesses do mesmo poder econômico
e de seus representantes.
E,
finalmente, para completar a desgraça, a expansão da monocultura do eucalipto. Hoje
uma realidade desastrosa para toda a região e para as populações, com o
aniquilamento das terras promissoras, com o definhamento das comunidades rurais
e frustração dos sonhos de um povo.
A
comunidade teixeirense – início dos anos 80
A
maioria das pessoas que chegavam para Teixeira de Freitas vieram em busca de
oportunidade nos planos de trabalho e econômico. No início, e por muito tempo,
foi uma sociedade dispersa, despretensiosa, no que tange às lutas sociais
necessárias para definição de um ponto de organização popular.
Entretanto,
alguns companheiros, uns daqui, uns dali, outros de acolá, foram chegando e
foram se juntando com suas experiências e, através de muitas reuniões e ações
preliminares, conseguiram compor um principio de organização popular para
contrapor à brutalidade das forças reacionárias:
·
Na contraposição, com sucesso e vitória
dos movimentos populares, à tentativa de implantação da monocultura da cana e
criação de um polo industrial de álcool no distrito;
·
Na contraposição às atividades sinistras
dos pistoleiros e da própria polícia militar que, além de outras ações
nefastas, interferiram para tentar frustrar os 3 grandes acontecimentos que
marcaram definitivamente a presença das lutas populares em Teixeira de Freitas,
ainda, distrito de Alcobaça: ‘ O primeiro de Maio de 1982’, ‘A manifestação
pela reforma Agrária em 1983’ e a ‘Manifestação pelas Diretas Já em 1984’;
·
Na contraposição do processo de
desmatamento da Mata Atlântica em curso e à imposição da monocultura do
eucalipto, denunciando o latifúndio explorador e defendendo os trabalhadores
rurais através do Sindicato de Trabalhadores recém-criado. Nesse período surgiu
o embrião de um grande movimento de debates sobre os malefícios da monocultura
do eucalipto na região. Os companheiros Padre José e Zé da Baiana, entre
outros/as do Extremo Sul, foram decisivos para a organização do movimento que
culminou com a criação do ‘Fórum Socioambiental do Extremo Sul da Bahia’;
·
Na contraposição à exploração absurda da
mão de obra dos trabalhadores – condicionados a um sistema de miséria – pelas
empreiteiras do eucalipto. A luta resultou na criação, posteriormente, de um
grande Sindicato dos Trabalhadores no Plantio e Tratamento da Madeira (Ozires,
junto a outros/as trabalhadores/as valorosos/as, com o apoio, na organização,
do Padre José e Zé da Baiana, entre outros companheiros) que, através do
enfrentamento estratégico, com uma postura de lutas coerente, veio a conquistar
melhores salários e melhores condições de trabalho para toda a categoria.
Obs.: Em muitas dessas ações a arte
engajada cumpria o seu papel essencial. Zé, Baiana, Orlando, Marlon,
Amarildo... essa turma, ora com o teatro popular, ora com o teatro de bonecos,
provocavam os/as trabalhadores/as que, entre riso e choro, eram tomados de
muita reflexão – enquanto, por outro lado, faziam tremer os coronéis.
Era
uma vez um partido, que se constituiu como a ‘esperança’
para a classe trabalhadora combativa, os estudantes e os intelectuais
comprometidos com uma sociedade justa... que referendou essa esperança durante
o tempo que fomentou o processo dos núcleos por categorias de trabalhadores,
por movimentos sociais, por movimentos diversos, com proposição e respeito às
decisões das bases que, se não se fortaleceu e prosperou a contento para mexer
com as estruturas conservadoras do capital, mostrou possibilidades jamais
pensadas numa sociedade como a nossa. Em meio a tantos e tão importantes
intelectuais que ajudaram a construir o partido, acompanhamos a ascensão, como
exemplos sublimes dessas possibilidades, de muitos/as operários/as, de uma
mulher negra lavadora de roupas e de uma secretária de um longínquo Sindicato
dos Trabalhadores Rurais que, independentemente do desfecho de suas histórias
depois, foram amostras afirmativas das possibilidades num projeto de luta
concreto.
Era uma vez os núcleos, a esperança, as
possibilidades... depois de 5, 8, 16 deputados federais o partido elegeu 32.
Então, numa inversão proposital e danosa de valores a cúpula do partido e os
eleitos, com raras exceções, passaram – com seus objetivos pessoais – ao topo
da ‘relevância’, um criminoso processo de verticalização, no âmbito da
organização partidária e mataram os núcleos e, consequentemente, a importância
do conjunto partidário enquanto sinônimo de ‘esperança’.
Surge
o PSOL
A
esperança não tem dono, não tem carimbo de dominó. O conjunto majoritário do
partido – o mesmo que debateu e referendou a ‘esperança’ enquanto motivo
fundamental um dia, mas que se tornou incompetente para pronunciá-la – veio
mostrar-se, mais tarde, promíscuo e ultraconservador em todos os aspectos,
política, social e culturalmente. O rompimento dos pensamentos mais coerentes,
contra a inconsequência daquele partido, era necessário e natural. Daí surge o
PSOL em 2005.
Nós
– apoiadores iniciais da formação do PSOL em Teixeira de Freitas e outros
companheiros que vieram depois – já éramos PSOL antes de sua existência, pois
já contestávamos as incoerências e as inconsequências do outro partido, mesmo
pertencendo, ainda, ao se quadro de filiados.
Quando
as tensões internas motivaram a ruptura – especialmente pela imposição do
nefasto projeto de reforma da previdência pela administração Lula – com as
saídas de Heloísa Helena, Luciana Genro, Babá e Paulo Fontes, nós aqui já
vivíamos muitas tensões internas:
1.
Na denúncia e na demanda com os Diretório Municipal e Estadual para expulsar 2
membros do Diretório Municipal corrompidos na questão da municipalização da
saúde;
2.
Na defesa intransigente do meio ambiente, com João Luiz na gerência do IBAMA
local, a contragosto de setores influentes do partido que defendiam e queriam
proteger os usurpadores de madeira da Mata;
3.
Nas denúncias contra as ações grileiras das empresas de celulose e eucalipto na
região e, especialmente, contra o financiamento da ordem de 1 Bilhão de reais
destinados à Veracel pelo BNDS – já no governo Lula em 2003;
4.
Na defesa de muitas ações nos planos político, social, cultural e econômico que
escaparam à percepção daquele partido e que, posteriormente, vieram a compor o
programa do PSOL.
(Texto apresentado
no 1º Encontro Municipal do PSOL - Partido Socialismo e Liberdade, em Teixeira de Freitas no dia 14 de Maio de 2016).
Ijail
Francisco
Membro
do Diretório Municipal do PSOL – Teixeira de Freitas
Membro
do Coletivo de Coordenação do ECPaz
quinta-feira, 26 de maio de 2016
NOTA PÚBLICA
O Diretório Municipal do Partido Socialismo e
Liberdade – PSOL de Teixeira de Freitas - com sede à Rua da Paz, 73, Bairro São
Lourenço e foro neste município - mediante a divulgação de pré-candidatura do
Sr. Tarcísio Gama Machado, vem esclarecer à comunidade teixeirense que o citado
eleitor sequer é regularmente filiado a esta agremiação na forma do art. 9º, §
4 do Estatuto do PSOLVer Estatuto do Partido Aqui, onde prevê que a filiação deva passar pelo âmbito do
Diretório Municipal. Trata-se de uma ação ilegítima, fora do ambiente de
discussão e decisão do Diretório Municipal e que fere frontalmente as normas
estatutárias e a legislação orgânica partidária vigente. Portanto, não tem o
reconhecimento do Diretório Municipal, e este órgão requer a cessação de todas
as atividades em nome do PSOL, sob pena de responsabilização legal.
segunda-feira, 23 de maio de 2016
O FEMINISMO E A LUTA POR SOCIALISMO E LIBERDADE
A
participação das mulheres nos espaços públicos não é uma dádiva histórica. Durante
muitos e muitos séculos nos foi destinado o amargo fel do 'lar doce lar', a
invisibilidade através das funções domésticas, a tutela masculina entre outras "heranças" do patriarcado. A nós foi negado o
direito à humanidade: mulheres não tem sobrenome, tem apenas um nome. A nós foi
negada a palavra e a voz ativa: “Que a mulher conserve o silêncio”, disse o Apóstolo
Paulo. Na Europa do século XVIII, em pleno auge do pensamento iluminista ainda
se discutia se nós mulheres éramos seres humanos como os homens, ou se estávamos mais próximas dos animais irracionais. Só no século XIX conseguimos que nosso direito à educação fosse reconhecido e muito depois é que foi possível o ingresso nas
universidades[1]. Vieram as sufragistas, os movimentos feministas, e nunca mais paramos de lutar.
Hoje
podemos contar nossa história e dizer da crescente visibilidade dos movimentos de emancipação e empoderamento através do Feminismo, dos
nossos combates e das nossas conquistas nos espaços público e privado, mesmo
tendo sido durante muitos séculos, silenciadas, violentadas, enclausuradas.
O Feminismo está em curso, nós somos o movimento. Iremos lutar até que nossas irmãs compreendam a resposta desta indagação: “Feminismo para quê?” Perguntam. Ignoram os alarmantes índices de violência contra as mulheres e o Feminicidio. “Eu não sou feminista”, dizem outras. Ignorando o controle social sobre seu corpo e seus desejos. E para os que alegam que já tivemos muitas conquistas, devemos esclarecer que a luta feminista não acabou com a violência machista que está impregnada em todo lugar. E que nós não ocupamos todos os espaços sociais - somo maioria no Brasil, e não somos representadas nesta proporção. Diante disso, a participação das mulheres na política é uma luta necessária. Sim, na política tradicional, lugar ‘tradicionalmente’ ocupado por sujeitos do sexo masculino, a quem coube legislar, julgar e executar as leis que dizem respeito a nós.
O Feminismo está em curso, nós somos o movimento. Iremos lutar até que nossas irmãs compreendam a resposta desta indagação: “Feminismo para quê?” Perguntam. Ignoram os alarmantes índices de violência contra as mulheres e o Feminicidio. “Eu não sou feminista”, dizem outras. Ignorando o controle social sobre seu corpo e seus desejos. E para os que alegam que já tivemos muitas conquistas, devemos esclarecer que a luta feminista não acabou com a violência machista que está impregnada em todo lugar. E que nós não ocupamos todos os espaços sociais - somo maioria no Brasil, e não somos representadas nesta proporção. Diante disso, a participação das mulheres na política é uma luta necessária. Sim, na política tradicional, lugar ‘tradicionalmente’ ocupado por sujeitos do sexo masculino, a quem coube legislar, julgar e executar as leis que dizem respeito a nós.
Nesse
sentido o PSOL - Partido Socialismo e Liberdade, atua em defesa dos direitos das mulheres e pela emancipação
das mulheres. Reconhecemos que, para além das relações de classe, as mulheres
estão submetidas a relações de opressão de sexo, opressão de gênero e opressão de raça que se
reproduzem numa rígida divisão de trabalho e de papéis sociais. É preciso tornar a equidade de direitos uma luta cotidiana para que se torne realidade para todas nós! “Nosso partido combate o machismo e a
discriminação sexual, colocando-se na linha de frente da luta feminista. O
movimento de mulheres do novo partido construirá ele mesmo o programa que
impulsione este combate”Ver Programa do Partido. Vamos todas construir um partido Feminista em luta por Socialismo e Liberdade!
Mulheres
de Teixeira de Freitas e região, mulheres baianas e de todo o mundo: Unimo-nos!
quarta-feira, 11 de maio de 2016
ELEITORES DO PSOL DE TX.DE FREITAS, MOSTREM A CARA DE VOCÊS
DIA 14 DE MAIO, ÀS 16H, NA CÂMARA MUNICIPAL ACONTECE O ENCONTRO MUNICIPAL DO PSOL COM APRESENTAÇÃO DO HISTÓRICO DO PARTIDO NO PAÍS, E COMO UMA ALTERNATIVA PARA A ESQUERDA DA CIDADE
Nas eleições presidenciais de 2014, o PSOL - Partido Socialismo e Liberdade obteve, na cidade de Teixeira de Freitas, 269 votos. Sabe-se que o PSOL é o partido de esquerda que mais tem crescido em todo o país, cujo projeto de governo contempla o real desejo de mudança por parte dos brasileiros. Considerando o número de votos que o partido teve em Teixeira, e o momento crucial pelo que o país está passando com a recém conquistada Democracia, é importante que os eleitores adotem a postura de se apresentarem no Diretório Municipal do Partido a fim de poder somar forças.
![]() |
| Cartaz de divulgação do Encontro Municipal do PSOL em Teixeira de Freitas |
Compreende-se que o perfil dos eleitores que votaram em Luciana Genro, difere dos outros eleitores - no sentido de que, escolheram ficar ao lado de um projeto com conhecimento de causa. A escolha deles venceu a mídia e as campanhas dos demais partidos, e diante disso é necessário ressaltar que o PSOL não teve campanha maciça na cidade, e mesmo assim, obteve 269 votos, segundo o Supremo Tribunal Eleitoral - TSE.
Na tentativa de consolidar o Partido em Teixeira de Freitas, e unir forças para lutar pelas pautas sociais que realmente são urgentes no país, neste dia 14 de maio, às 16h, na Câmara Municipal desta referida cidade, haverá um encontro com os militantes do PSOL, e simpatizantes. O convite estende-se a toda a população Teixeirense, para que juntos, protagonizem o evento.
A fim de fomentar a consolidação do PSOL, informa-se que o Diretório do PSOL está localizado na Rua da Paz, n. 73, Bairro São Lourenço, no Espaço Cultural da Paz, e pode ser contatado no telefone (73) 3291-0420.
Página do Facebook:
https://www.facebook.com/PSOL-Teixeira-de-Freitas-703474406384090/?fref=ts
Assessoria de comunicação do PSOL da cidade de Teixeira de Freitas, Bahia.
Referências:
http://apuracao.gazetadopovo.com.br/resultados-eleicoes-2014-1-turno/bahia/presidente/teixeira-de-freitas/, acesso em 11 de maio de 2016.
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